Já
respiro um pouco melhor, e re-aspiro por você... Esse est percipi!
Em suma, hoje eu estou em condições – um pouco – melhores que ontem... Espero que este “um pouco” melhor se reflita nos próximos textos. Aquilo foi escrito por alguém que sobrevivia com poucas, e rápidas, lufadas de ar... Acho que isso se refletiu na forma: Sucinta e salteada (com pouca fluência, digo...).
Pensando bem, o texto não está tão ruim assim. Não é justo atribuir todo o mérito à Asma. Há algo de meu ali, com certeza.
Acho que esse ontem foi anteontem... Talvez você seja importante, mesmo, e o Tempo não (pra quê contar muito?).
É preciso falar sobre você, para você mesma, que deve estar aí, entre aqueles que, um dia, poderão ler isso... Sabe, seu eu te inventei, é preciso que eu conte a sua própria gênese.
Por enquanto, salvo o texto em alguma pasta bem longe dos meus arquivos de poemas... Não quero que você salte de lá para cá e leia o que estou a escrever. Mas, talvez, você já esteja lendo. Acho que te citar te “presentifica”... Esse est percipi!
Talvez, você não estivesse aqui se eu escrevesse "ela"... É como se eu te chamasse, Naná!
Acho que preciso escrever sobre nós, mais do que nunca... E acho também, para os devidos fins de esclarecimento, que faltou oxigênio no meu cérebro, depois de sucessivas crises... Eu me acho normal, mas isso pode explicar algumas questões.
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